1° Encontro Mopar Centro-Oeste / Brasília – 2015

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Amigos Moparianos e Dodgeiros!

Entre os dias 10 e 12 de abril acontecerá o 1° Encontro Mopar Centro Oeste. É uma iniciativa do Mopar Clube de Brasília para reunir os aficionados pelos carros das marcas Chrysler/Dodge/Plymouth/Jeep/DeSoto em um ambiente de pura diversão e integração. Portanto marque a sua agenda e prepare seu Mopar para a estrada!

O evento será realizado no mítico Brasília Palace Hotel. O hotel foi construído em função da necessidade de hospedar pessoas que estavam participando da construção da nova capital, além de receber comitivas nacionais e internacionais. Projetado por Oscar Niemeyer, foi inaugurado em 1958 e conta com os conceitos modernistas e painéis do artístico de Athos Bulcão. Em 1978 um incêndio destruiu o prédio e somente em 2006 o hotel foi re-inaugurado e atualmente sustenta o glamour dos anos 50 de novo.

Folder oficial do evento para divulgação:

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Fotos de divulgação:

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Contamos com a presença de todos os Moparianos e Dogeiros do Brasil. Venham conhecer a nossa cidade e trocar muitas figurinhas sobre Dodge!

Seguimos conversando!

Monc

Rumo à Floripa

Rumo à Floripa

Rumo à Floripa

Esse post é um tanto contraditório. Tem um lado com tom de tristeza porque Brasília está perdendo um Mopariano de primeira linha, Guilherme Altomar, que está de mudança para Florianópolis. E com ele vão seus dois Dodge Dart, o mundialmente famoso Jegue Lee e um Dart 1976. Guilherme já está no ciclo de Moparianos a muito tempo, contando mais de 20 anos de paixão e estudo pelos Chrysler. Também adepto do método FAÇA VOCÊ MESMO, construiu praticamente sozinho um Dart 1973 que acabou sendo apelidado de Jegue Lee em homenagem ao glorioso Charger 1969 General Lee.

O lado bom e alegre é que vou realizar o primeiro trabalho da SKT – Transporte de Clássicos, nome fictício de uma ideia que tenho para transportar carros antigos pelas estradas do Brasil. Além disso será minha estréia em terras sulistas, região que ainda não tive oportunidade de conhecer. E o melhor: tudo isso a bordo de um Dodge! Sob essa perspectiva só felicidade.

A ideia é sair de Brasília no dia 31/10, próxima sexta feira e chegar em Florianópolis no dia 02/11, domingo. No meio do caminho quero encontrar amigos Moparianos e Dodgeiros para um rolé na estrada! Para quem quiser nos acompanhar na jornada segue nossos contatos:

  • Monc (61) 9975-8718 TIM + Whatsapp
  • Guilherme (48) 9914-7333 TIM + Whatsapp

Dodge Dart DeLuxo 1973 / Piloto Guilherme

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Jegue Lee Jegue Lee

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Motor do Jegue Lee

Motor

  • V8 318 com aproximadamente 430 cv de potência no álcool (Dyno2000)
  • Comando de válvulas Competition Cams 294º – mecânico
  • Cabeçotes de alumínio da Edelbrok
  • Balancins roletados da Harlan Sharp
  • Pistões KB-399, com dome e -6cc
  • Taxa de compressão de 11:1
  • Coletor de admissão Mopar M1 – Single Plane adaptado para bicos injetores Deca 60 e flautas Edelbrok
  • Módulo de controle de injeção FT-200
  • WideBand – O2 Datalogger da FuelTech
  • TBI Holley quádrupla 1000 cfm
  • Coletor de descarga TTI
  • Conjunto elétrico da MSD
  • Tubos de descarga de 2,5 polegadas com abafadores Drawmaster
  • Radiador de alumínio
  • Ventoinha elétrica
  • Bomba da direção hidráulica – elétrica do Classe A
  • Radiador de óleo
  • Line Lock
  • Tanque de combustível em polietileno da Imohr (mais um de 20 litros no porta malas)
  • Duas bombas de combustível

Transmissão

  • Manual, Clark 4 marchas
  • Diferencial Dana com relação 3:31 – blocado

Suspensão

  • Buchas de PU em todo o carro, inclusive nos feixes de molas
  • Tirantes das balanças inferiores da Hotchkis
  • Braços da direção da Hotchkis
  • Reforço das bandejas inferiores
  • Subframe conectors

Dodge Dart DeLuxo 1976 / Piloto Monc

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Seguimos conversando.

Monc

Pastinhas de freio PD/9

Patilhas de freio PD/9

Pastinhas de freio PD/9

Excelente oportunidade para quem está terminando de montar o Dodge ou necessita fazer manutenção de freio. Melhor ainda para os mais puristas pois trata-se da referência correta para os nossos Mopars V8. Meu amigo Marcelo Ração tem um lote de pastilhas NOS (new old stock) da Fras-Le número PD/9 com referência para Charger, Dart, LeBaron, enfim, todos os modelos de Dodge nacional com motor 318, exceto caminhões e camionetes. Encaixa melhor no disco do que as de Opala n° PD/8.

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Pastilhas de freio PD/9 Pastilhas de freio PD/9

Contato para compra: https://www.facebook.com/marcelo.pedroso.77 – Marcelo Ração

Preço: R$ 60,00 a caixa com as quatro pastilhas. Envio por conta do comprador.

Eu já garanti dois jogos para mim!! Não perca tempo e peça a sua.

Seguimos conversando.

Monc

Churraysler do Mopar Clube de Brasília

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Churraysler do Mopar Clube de Brasília

Todo final de mês, normalmente no sábado, o Mopar Clube de Brasília realiza o Churraysler para celebrar nossa paixão em comum pelos carros da Chrysler! A cada mês a gente consegue agregar mais Dodgeiros e Moparianos à nossa turma. Quem sabe até o final do ano teremos um grande grupo.

O Churraysler de julho aconteceu no condomínio do nosso amigo Marcelo Delpizzo. Apesar do frio intenso, a tarde foi maravilhosa e tivemos a presença de três Mopars inéditos. O Renato finalmente apresentou seu belo Charger R/T 1975 automático. Miguel, um amigo meu de muito tempo, resolveu aparecer com seu “sem palavras” Charger R/T 1974, também automático. E o Roberto que compareceu com um imaculado Magnum 1978, que curiosamente está apenas 10 chassis de distância do meu Dart.

Apesar de alguns amigos terem cabulado o Churraysler, o quorum foi divertido. Veio o Ged Campelo, Marcos Trebien, Nilo Trebien, Joao John e família, Bessa O´Phelan, Joahyr Junior e família, Marcelo Sudá, Marcelo Delpizzo, Leonardo Linhares, Rafael Linhares e Sergio Baptista. Essa é a tropa do Mopar Clube. Eu fui com o Dart Monc e minha filhota!

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Aguardem a cobertura do próximo Churraysler!

Seguimos conversando.

Monc

Dart 74 parte 2: Desmontagem

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Desmontagem do Dart 74

Domingão foi dia para debulhar do Dart 74 que está passando pela Garagem AMB. Como já tem muito material escrito no MundoMonc.com sobre a desmontagem (Dart Azeitona e Dart Monc), vou focar apenas nas fotos das peças e na concepção do projeto em si. São visíveis as  marcas do tempo de serviço deste belo Mopar. Muita sujeira, muitos “trabalhos” anteriores, algumas gambiaras e vários pequenos problemas a serem resolvidos.

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E algumas fotos do belo Dart vermelho.

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Na próxima postagem será apresentado todo o escopo e conceito do projeto para esse Dart, acompanhem!

É isso galera! Agora é sentar com o João e estabelecer o que será feito, e o mais importante, como será feito. E agradeço ao meu amigo Lucas Peçanha pela ajudar com a desmontagem do Dart!

Monc

Dart 74 parte 1: Projeto de suspensão e freio

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Dodge Dart 1974 do João Cicutti

Além de ser mais um trabalho em Dodge, o carro que mais gosto, esse tem algo especial. O Dart foi comprado semi novo na década de 70 pelo pai do meu amigo João Cicutti e até hoje está sob seus cuidados. Trata-se de um belíssimo Dodge Dart 1974 na cor Vermelho Índio (cod. R4A). Para conhecer esses 40 anos de história,  basta abrir uma cerveja e sentar ao lado do João para escutar algumas peripécias da época de adolescência. Os amigos mais próximos sabem o quanto admiro esse tipo de história, famílias que mantém e cuidam dos seus carros.

Hoje recebemos o carro que vai estrear o novo piso da Garagem AMB. Depois de quase um ano de hibernação em uma oficina da cidade, o Dart 74 chegou todo empoeirado. Nem o cofre do motor e o interior conseguiram escapar. Detalhe interessante, o carro ainda sustenta sua placa amarela original.

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A primeira coisa que fizemos foi uma limpada geral, até para facilitar o trabalho que será realizado no carro.

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Depois de algumas horas o carro já estava com outra cara!

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Certamente faremos uma reforma em todo sistema de suspensão e de freio. O restante das atividades no Dart 74 do João ainda estão sendo decididas. Acompanhe mais esse projeto aqui no MundoMonc.com.

Abraços.

André Monc

Caixa de Ferramenta – Torquímetro da Pittsburgh-Pro

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Torquímetro da Pittsburgh-Pro

O torquímetro é uma ferramenta que não pode faltar para aqueles que desejam fazer a manutenção do próprio carro. Várias peças, em especial no motor, cambio e suspensão, tem força de aperto definido por engenheiros. Em outros casos o valor de referencia de torque é indicado por especialistas em performance. As vezes os valores usados em carros preparados é diferente dos recomendados pela Chrysler para carros originais. É altamente recomendável seguir essas referências para garantir boa vida útil e funcionamento do seu equipamento.

Como sou dos que gosta de colocar a mão na massa, sempre estive a procura de um torquímetro com bom custo x benefício. Como não trabalho exclusivamente com mecânica, nem tão pouco faço vários carros por mês, não seria necessário um de 1° linha que custa pra lá dos R$ 800. Além disso buscava um que tenha a mesma unidade de medida das referências dos manuais de serviço e livros técnicos da Dodge, no caso ft. lbs. ou libra pé.

Durante a viagem para o Encontro Paulista de Autos Antigos, em Águas de Lindóia – SP, tive a oportunidade de adquirir um torquímetro com custo x benefício interessante. Ele faz parte da linha de ferramentas chamada Pittsburgh-Pro, lançada em 1984 pela Harbor Freight Tools, uma empresa americana que a 35 anos entrega ao mercado ferramentas de qualidade a um preço baixo.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre a empresa, veja o vídeo abaixo:

Escolhi o part number 239 com encaixe de 1/2″ e torque ajustável de 20 até 150 ft. lbs., com margem de erro de +- 4%. Esse leque abrange praticamente todos os apertos para um Mopar brasileiro. É um torquímetro de estalo, ou seja, quando chega na força de aperto necessária a ferramenta dá um pequeno estalo. Além disso tem catraca reversível, que ajuda bastante durante o aperto. O acabamento é em cromo e vem com estojo para armazenamento.

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No site da Harbor Frieght Tools tem um video explicando como funciona o torquímetro. Serve para várias marcas, desde que seja de estalo. Veja abaixo:

Outra ferramenta indispensável para gearheads.

Seguimos conversando,

Monc

Caixa de Ferramenta – Súbito da Machine-Dro

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Súbito da Machine-Dro

Para muito essa é uma ferramenta de luxo para a coleção pessoal. De fato não é uma ferramenta de uso diário e contínuo, a não ser que você trabalhe em uma retífica de motores ou oficina de qualidade. Porém, em praticamente todos os livros que leio ou dicas que escuto de pessoas que fazem o próprio motor,  falam da importância de medir várias peças e folgas antes da montagem final do motor. É aquele detalhe que te faz ganhar alguns HPs associados a vida útil e confiabilidade do motor. Penso dessa forma tanto para motores originais ou de alta performance, tendo em vista que ambos os casos existem medidas a serem respeitadas.

Ganhei de presente esse súbito da marca inglesa Machine-Dro. Eu escolhi o modelo ME-BG-2-6I que mede diâmetros internos de 2 a 6″ com precisão de 0.0005″. A ferramenta vem em uma caixa de madeira exclusiva e toda acolchoada, garantindo que as peças não sofram choques fortes. O kit conta com a haste, o relógio comparador, 4 espaçadores, 11 anvils,  extensão de 2″ e manual de instrução. Com esse súbito consigo tirar praticamente todas as medidas do short block do motor 318. Prefiro utilizar uma já graduada em polegada, tendo em vista que 99% das referências em manuais e artigos especializados em em polegada. Ter que fazer muitas conversões é um terreno propício para erros.

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O súbito é bem fabricado, porém não é uma ferramenta top de linha e é fabricada na China. Mas para a minha aplicação foi um excelente custo benefício. Custou US$ 47,50 + 43,0 de frete, totalizando 90,55 dólares. Como não foi taxada pela receita, o preço final foi um pouco abaixo dos R$ 200,00.  Como aqui no Brasil os preços variam de 400 a 600 reais e é muito difícil de achar em polegada, foi um bom negócio.

Não podia faltar minha companheira de empolgações mecânica, minha filhota. Papai ama muito você.

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Seguimos conversando.

Monc

Baú de fotos do meu pai – Hot Dodge em Brasília

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Baú de fotos do meu pai – Hot Dodge em Brasília

Os que me conhecem de perto sabem que grande parte da minha paixão por automóveis, em especial os antigos, vem de berço. Meu pai Marcelo sempre foi apaixonado por automobilismo em geral e claro que o mundo do esporte a motor não poderia estar de fora. Me lembro que parte da minha infância aconteceu no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, ao som da recente Stock Car e seus Opalas seis cilindros e das corridas de Turismo que lotavam o belo circuito e as arquibancadas. Mas a história desta matéria é um pouco anterior à minha existência, infelizmente. São alguns registros fotográfico feitos pelo meu pai, com a sua Olympus Trip, da fantástica Hot Dodge, que agitou o cenário das corridas brasileiras na década de 80 do século passado.

Como sou apaixonado pelos Mopars, sempre que vejo essas fotos fico encantado com os carros e a energia que elas passam. Fico imaginando como seria ver vários motores V8 reduzindo no final da reta do Colégio Militar e enchendo os motores rumo à Curva da Piscina. Lembro que ainda criança gostava muito de abrir esse álbuns e ficar um bom tempo admirando as fotos. Talvez elas tenham feito parte da minha formação mopariana!

São fotos inéditas da história dos Dodges brasileiros.

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Seguimos conversando.

Monc

Dart 74 Córdoba parte 1: Projeto de suspensão

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Novo projeto de suspensão

Grandes amigos e seguidores do Mundo Monc!!! É com grande alegria que lhes conto que iniciei mais uma suspensão de Dodge. A vítima agora não é mais o Dart Monc e sim o Azeitona, fantástico Dart DeLuxo Verde Córboda 1974 do meu amigo Gaúcho Tchê Marcos Trebien! Mas antes de mostrar o trabalho em si, vou contar um pouco da minha recente, e breve, história com o Azeitona. Conheci o Marcos pelo outro Dodge Dart que ele tem, um 1978 bonito que dói. Nesse dia estava passeando pelas belas ruas do Lago Norte, setor nobre aqui de Brasília, quando vi um Dodge que ainda não conhecia na cidade. Na hora deu vontade de ir atrás, mas já tinha perdido o carro de vista. Não demorou muito, conheci o Gaúcho do Paraná em um encontro do Clube do Maverick, isso mesmo, em território inimigo, haeuaehuiaehihaeiaehuiaehuae.

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De lá para cá foram muitos encontros, conversas sobre projetos, passeios de Dodge, tentativas frustadas de criar um Clube para os Mopars candangos, ou seja, muitas histórias em pouco tempo. Em um belo dia o Marcos me traz uma notícia em primeira mão, havia comprado o Azeitona, carro que já estava de olho à algum tempo. A primeira vez que vi o carro foi nos encontros de terça feira no Autódromo Internacional Nelson Piquet, e de cara fiquei apaixonado. Lataria extremamente lisa, todos os detalhes originais e as especiais características do “pé de boi” da linha: direção mecânica, não tem torpedinhos e um carpete emborrachado como forro do assoalho. E a bela cor Verde Córdoba com interior bege é uma mistura que mexe muito com a minha cabeça. Em outro belo dia, o Marcos me ofereceu uma carona para um evento muito legal que acontece vez ou outra no Jerivá, uma lanchonete na beira da BR 060 que liga Brasília à Goiânia. Para quem é Mopariano sabe o prazer que é andar de Dodge em estradas duplicadas, asfalto bom e céu aberto, então topei e seguimos para o Jerivá. Logo no começo da viagem, o Azeitona estava mostrando muita saúde atingindo velocidade de 190 km/h sem trepidar ou vacilar, até que escutamos um barulho estranho. A cerâmica de uma das velas se quebrou e ela ficou batendo para cima e para baixo, no ritmo da pressão do cilindro. Depois de algumas desaventuras acompanhadas pelo amigo Joahyr Junior e seu belo Dart 79, decidimos que a velha vela duraria até nosso retorno. Na volta guiei o Azeitona, que mesmo com sete cilindros funcionando, não fez feio na estrada. E deu para sentir o quanto o carro está inteiro, sem contar que foi minha primeira experiência com um Dodge sem direção hidráulica e confesso que curti demais. Vossa sapiciência, Cleiton Neves, e sua primeira dama estavam de Maverick e meu amigo João na sua bela e rara Caravan automática, nos acompanhavam!

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Mesmo sendo um excelente e imaculado Dart, alguns reparos precisam ser feitos para evitar problemas como o da vela velha. Então o Marcos me perguntou se eu não tinha interesse em fazer a suspensão do Mopar, claro que aceitei!! Hoje fizemos a primeira etapa do trabalho tirando toda a suspensão traseira e boa parte da dianteira. Na parte de traz tudo parecia muito bom, com exceção dos amortecedores que já estavam nas últimas e uma das oito buchas do jumelo que estava totalmente detonada. O resto dava até pena de tirar, tudo bonitinho com o emblema imponente da Chrysler! Mas como usaremos um kit de buchas de poliuretano, vamos trocar todas mesmo. Quero fazer uma ressalva sobre esse assunto. Meu camarada dos Pampas do Sul comprou um kit brasileiro de poliuretano muito rígido por R$ 350,00, se não me falhe a memória. Para nossa surpresa, as buchas do jumelo não encaixavam, estavam com uma medida bem maior do que a necessária. Portanto amigo, fique atento quando for adquirir uma peça de reposição brasileira. O Brasil ainda está engatinhando em processo de qualidade e o fato de não termos a cultura do Part Number, deixa o assunto mais delicado. Saída que arrumamos, levaremos as peças ao torneiro para tirar material e encaixar as buchas.

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Já na parte da frente o estado das peças é um pouco pior. Os amortecedores estão igualmente ruins, todos os pivôs e terminais de direção bem moles, as buchas da barra estabilizadora estão destruídas, os suportes da barra estabilizadora e suas buchas estão amassados e empenados, bieletas tortas e em uma das bandejas superiores, um gênio da engenharia conseguiu instalar uma das buchas ao contrário. De resto, tudo novinho! A balanças, o tirante, barra estabilizadora, center link, barras de torção, disco de freio, pinças, tudo perfeito, precisando apenas de limpeza e pintura.

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Sobre o projeto

O escopo e o conceito por traz desse novo projeto é uma reconstrução mais simples e original do que aconteceu com o Dart Monc. Não usaremos pretensões esportivas para o Azeitona, logo muitas das características que escolhi para o Dart Monc não serão utilizadas nesse caso. De upgrade mesmo, só algumas buchas de poliuretano da marca PST e as brasileiras, também de poli. Os amortecedores são Moroe e o hardware é Argentino. Não coletei ainda os PN das peças, mas em breve posto com fotos e custos. Vamos ver o resultado!

Seguimos conversando.

Monc