Dart 78.1/2 parte 9: reparo de pinça / disco de freio

Novidades para os freios

Fiz algumas aquisições para o sistema de freio do Dart. Comprei dois kits completos de reparo de pinça freio da marca TRW/Varga, referência RFFD 0011.7. O kit vem com os três pistões, dois guardas-pó, os três anéis de vedação e quatro retentores pequenos que ainda não sei para servem. Nesses final de semana consegui retirar os reparos antigos e preparar a pinça de freio para pintura e instalação dos novos reparos. Para tirar é teoricamente simples. Os pistões funcionam soltos na pinça, se ainda estiverem conectadas ao sistema de freio, basta pedir para alguém pressionar lentamente o freio, que eles saem. Caso contrário, um par de chaves de fenda e um amigo resolvem o problema. Cuidado pois tem fluido dentro da pinça. Em seguida, com uma lixa 1200 e um pouco de gasolina nova, dei um pequeno polimento nos cilindros da pinça para receber os novos reparos.

 

Outra coisa que adquiri foram os discos de freio dianteiros. Resolvi seguir a adaptação de um colega do Dodge V8 Yahoo Grupos, que comprou um disco de Renault Laguna V6 1998, tirou 5 mm do raio e aumentou o centro para 75mm, a mesma furação do disco do Dodge, 5×108. Com isso e um espaçador de 9 mm, o disco fica peferfeito instalado nos nossos Mopars. No meu caso comprei da Fremax, número: BD5843, da sério Carbon +. A Fremax é a empresa que fabrica os discos de freio da Stock Car, diante desse e outros detalhes mais o custo de R$ 138,00, resolvi arriscar. Os meus discos já estão cortados para encaixar no cubo, só falta o espaçador.

 

Por enquanto é isso galera.

Seguimos conversando.

André Monc

Mopar dos sonhos – Dodge Viper GTS 1996

Dodge Viper GTS 96

Já comentei com algumas pessoas sobre essa preferência, para mim o Viper mais maneiro de todos, e alguns não entendem porque não prefiro os novos. Mas até hoje, nem eu não tenho resposta clara. Sei que as últimas gerações são superiores, e não poderia ser diferente disso, o automóvel absorve o que está disponível no seu tempo. Mas mesmo assim esse modelo não sai da minha cabeça. E já que estamos falando desse nível de carro, nada que um upgrade da Hennessey não deixe o carro mais violento. O GTS específico dessa postagem é um que está a venda mo E-Bay, por US$ 37.9000,00. Já seria um sonho muito próximo para alguns entusiastas aqui no Brasil, se a lei permitisse sua importação.

Viper Segunda geração (1996-2002)

“Em 1996 surgiu o Viper GTS (modelo coupe) . Esses Vipers podem ser vistos muitas vezes participando de corridas de arrancada, corridas de pista e derivados. O GTS, como seu antecessor, foi escolhido como o pace car para Indianapolis 500 de 1996.

Apesar de sua aparência semelhante, o carro foi distinto o suficiente para ser considerado um modelo de nova geração. Extensas modificações, como um motor retrabalhado com maior potência e menor peso, um chassis quase completamente redesenhado que foi feito há 60 lb (27 kg) mais leve e mais rígida de 25% na rigidez torcional computador através de uma análise meticulosa, uma suspensão totalmente redesenhada, e reduziu as distâncias de travagem, a 1996-2002 Viper GTS tinha cerca de 456cv (450hp) do motor, que poderia completar o quarto de milha em 12,3 segundos, 0,3 segundo e 8 mph (13 km / h) mais rápido do que seu antecessor, e aumentou a velocidade máxima de 11 mph (18 km / h) ou assim. A suspensão revisada, chassi mais rígido, eo corpo lateral grip aerodinâmico levantou a 0,98 g (9,6 m / s ²), embora outros relatos mostram o modelo 1992 com 1,0 g. Pneus contemporâneos têm melhorado significativamente esta medida. Poderia muitas vezes funciona Slalom atingir ou exceder 70 mph (110 km / h). Mais uma vez faltou freios ABS, inicialmente, e provou ser o ponto mais fraco do carro. Os travões de ferir o carro em testes de comparação de numerosos, como a comparação supercarro 1997 “pela revista Motor Trend, em que o Viper GTS colocado no topo contra carros como o Ferrari 550, Chevrolet Corvette, Porsche 911, Honda NSX e em todos os execução dos exercícios, exceto de travagem. O carro não só a última colocada, mas teve de parar as distâncias consideravelmente mais longo do que os outros veículos. ABS foi introduzido ainda na fase de produção, embora o desempenho de frenagem não era necessariamente melhorou significativamente. Em uma comparação Sports Car International, realizada em 2002, o Viper ACR (com ABS) foi comparado com o 911 GT2 em Thunderhill Raceway Park. Ambos os carros estavam muito capaz, e rápido ao redor da pista de teste, mas o Viper foi mais difícil de conduzir, eo sistema de travagem foi responsabilizado muito especificamente para a diferença nos tempos de volta (cerca de GT2: 2 minutos, ACR: 2:04) entre os dois carros.

Junto com o desempenho atualizado, veio a inclusão de alguns equipamentos de luxo como Airbags frontais duplos que foram adicionados à lista de veículos de equipamentos de segurança em 1996. O carro também foi exportado para a Europa, onde foi renomeado como Chrysler, e vendidos sob esta marca 1997-2003. Modelos europeus tiveram uma versão detuned do Viper V10.

Nos primeiros seis anos de produção de quase 10.000 Vipers foram vendidos. Pequenas mudanças evolucionárias, incluindo novas rodas 18 “de diâmetro e os pneus foram introduzidas no modelo 1999. Versões posteriores consiste leve hipereutética pistões e um sistema de escape melhorada, do lado de escape ter caído a meio ano de produção de 1996 para o RT/10; todos produção Viper GTS Coupes tinha saída de escape traseira. 1999 viu a introdução da embalagem interior Cognac Connolly couro. Continuando o requinte, o ABS foi introduzido em 2001. Em 2002, o fim da produção de segunda geração foi comemorado com o lançamento do 360 comemorativa “Final Edition “modelos. Estes modelos foram pintados de vermelho com listras brancas, em homenagem à famosa corrida de carros vencedores Oreca. O RT/10 foi substituído pelo SRT-10 Roadster em 2003, o GTS ficou fora de produção e foi substituído em 2005 (porem como modelo 2006) pelo SRT-10 Coupe .”

(fonte: Wikipédia)

A tradução do Wiki não está nada boa, mas dá para entender a história do carro.

Mais algumas fotos do modelo a venda:

 

 

 

Seguimos conversando.

André

Dart 78.1/2 parte 8: desmontagem

Primeiro dia de trabalho

Hoje foi o primeiro dia de atividades na suspensão do Dart. Comecei por volta das 11h da manhã e trabalhei até umas 17h30. Nesse tempo tirei as pinças de freio, os discos de freio, a barra estabilizadora, o cilindro mestre, as pastilhas de freio (a do lado esquerdo estavam podres) e um terminal e o sleeve do lado esquerdo. Essa foi a parte mais fácil, agora é tirar as juntas esféricas e a barra de torção, que é o que dizem ser mais trabalhoso.

Amanhã vou continuar o serviço. Espero estar com tudo desmontado até o final do dia. Algumas peças irão para solda, outras precisam ser lavadas e pintadas. Com tudo do lado de fora vou começar a fazer as atualizações. Todas as peças novas já estão por la.

Algumas fotos:

  

  

  

Por enquanto é isso galera. Fiquem atentos que teremos novidades em breve.

Seguimos conversando.

André Monc

Dart 78.1/2 parte 7: rumo a oficina

Enfim liberdade

Meu antigo computador deu PT, então, estava sem poder editar as fotos e postá-las, por isso esse tempo sem postagem. Durante esse tempo muitas coisas novas aconteceram. Uma delas é que, após um longo tempo guardado pelas garagens de Basília, chegou o dia do Dart sair para a Sede, onde farei o trabalho de suspensão. Graças ao eu amigo Flávio, que no dia tinha o mesmo destino que eu, fomos tranquilamente para a oficina num entardecer chuvoso.

   

   

O carro funcionou bem durante o trajeto de cerca de 27 quilômetros, apesar de algumas engasgadas. Já está em cavaletes, um trabalho chato para quem não tem aqueles jacarés grandes. Até agora tirei as rodas e lubrifiquei todos os parafusos que serão mexidos. A ideia é que o óleo já atue, facilitando a remoção. Soltei os parafusos da regulagem da barra de torção e retirei as travas.

   

Outra novidade é que fiz o pedido na Firm Feel Inc. utilizando o serviço da BraBox. Entre no site para ver como funciona. Inicialmente iria pedir uns sleeves heavy duty e os pratos de reforço da balança. Refletindo melhor optei pelo sector kit, fabricado na FFI, porque diminui a flexão da região do braço pitman. Acredito que terei resultado melhor para o objetivo proposto e, também, porque já tenho um par novo de sleeves da Moog. Além disso é uma oportunidade de testar os serviços da BraBox, se der tudo certo, acabou o problema com tamanho e peso, com frete mais em conta. Vamos ver.

Em breve postarei mais fotos.

Seguimos falando.

Monc

Dart 78.1/2 parte 6: pastilhas e lonas de freio / rolamentos e retentores

Rolamento, retentores, lonas e pastilhas de freio Dodge

Essa semana resolvi comprar alguns detalhes que estavam faltando para a reconstrução da suspensão do Dart e que fazem parte do escopo do projeto. Estou aproveitando o trabalho para dar um grau no sistema de freio também, fechando o “chão”  do carro (suspensão, direção e freio). Depois de muito pesquisar pela internet, encontrei as referências para as pastilhas de freio, lonas de freio, cilindro mestre, burrinho (cilindro de roda), rolamentos de roda, retentores da roda,  reparo de pinça  e cilindro mestre. Essa postagem é sobre algumas dessas peças.

Rolamentos – Timken vs. SNR

Gostaria de retomar um tópico antigo sobre os rolamentos dianteiros. À época fui à uma loja de rolamentos, aqui em Brasília, e pedi pelos rolamentos de roda dianteira do Dodge. O vendedor, que disse ter trabalhado na Chrysler, puxou no sistema as seguintes referências: pequenos – LM11949/LM11910 e grandes – JL69349/JL69310 (referência errada). Comprei um par de cada da marca Timken. Após alguns dias estava visitando o blog parceiro Dodges, diga-se de passagem é o melhor para referência de peças nacionais, e encontrei uma postagem sobre os rolamentos com referência diferente para o rolamento grande.

Fiquei com a pulga atrás da orelha e fui a uma outra loja para tirar a dúvida. Pedi ao atendente pelos rolamentos Timken, mas estavam sem estoque. Por isso ele me trouxe dois rolamentos da SNR, que tem a mesma referência da outra marca. Assim pude constatar a diferença, os rolamentos grandes JL69349/JL69310 são para a Dakota e Caravan e não servem nos nossos A-Bodies brasileiros. O part number correto para os rolamentos grandes é LM67048 / LM67010.

O bom fruto dessa visita foi conhecer outro fabricante de rolamentos de qualidade. De acordo com o vendedor, a SNR está umas duas posições a frente da Timken numa Top List de fabricantes de rolamentos. Fato é que gostei muito das caixas, da lubrificação de fábrica, da embalagem de vedação e da aparência. Somente no acabamento que a Timken é visivelmente superior, mas o material usado na fabricação é o mesmo e as medidas são idênticas. Pelo preço, mas em conta, decidi comprar dois grande e dois pequenos para a roda dianteira.

  

Retentores

Aproveitando a visita à loja de rolamentos, perguntei ao vendedor se ele saberia dizer que retentores usar. Rapidamente ele trouxe um Sabó e um Vetracam, que são empresas do mesmo grupo, portanto, com qualidade semelhante. O da esquerda é o retentor dianteiro, referência 01756 GGO, e outro, traseiro, número: 0393. Foi um par de cada.

  

Lonas e pastilhas de freio

Até agora essa foi uma das referências mais difíceis de encontrar. Graças à um colega do Yahoo Grupo [Dodge V8], que também é de Brasília, consegui comprar um jogo de lona que serve tranquilo no Mopar nacional. A referência da lona de freio traseira é 1219FE e é fabricada pela Fras-Le, marca já bem conhecida. Junto vieram os rebites para montagem. A aplicação não é Dodge, mas com poucos ajustes fica perfeito.

De quebra resolvi dar uma olhada nas pastilhas de freio. Cheguei a comprar umas da Auco, de estoque antigo, mas pelo custo da peça, em torno de R$ 25,00, achei por bem optar pelas novas. Também fabricada pela Fras-Le, o número da peça é PD/8-NA. Coloquei algumas fotos comparando com a de estoque antigo.

 

  

Até agora foi isso. Ainda faltam os reparos da pinça de freio, que jás estou fechando com um colega de Brasília, o cilindro mestre e os burrinhos traseiros. Não encontro em loja nenhuma por aqui, acho que vou ter que ir de MercadoLivre mesmo. Quero peças Varga, alguém sabe onde encontrar?

Seguimos conversando.

Monc

Curiosidades

Enquanto ainda aguardo o ultimo pedido de peças para a suspensão, resolvi postar alguns detalhes a mais sobre as peças. Algumas delas vem com manual de instalação, dando o passo-a-passo de como fazer e referências de aperto. Pensei que isso pudesse servir a algum dodgeiro que esteja nessa aventura. Um detalhe importante, aconselho sempre  usar as medidas recomendadas pelos fabricantes das peças, garante bom funcionamento e durabilidade. Essas informações estão todas detalhadas nesses manuais. A intenção é que exista esse registro aqui para futuros projetos.

Buchas Off Set – Moog K7103

Parafuso de regulagem caster/camber – Moog K8243A

Juntas esféricas inferiores – Moog K7021 e K7023

Juntas esféricas superiores – Moog k704

Amortecedor – KYB Gas-A-Just

Espero que gostem!

Seguimos conversando.

André Monc

1000+ Visitas

Mais de 1000 visitas

Caros amigos Mopar-Maniácos, o MundoMonc já tem mais de mil visitas. Gosto de comemorar alguns números cabalísticos e para mim esse é um deles. Muito obrigado aos amigos que tem frequentado com regularidade o blog, e espero que tenham aproveitado das informações que encontraram aqui. Vamos rumo à 2000.

Seguimos conversando.

André Monc

Mopar dos sonhos – Dodge Coronet Super Bee 1969

Dodge Coronet Super Bee 1969

Antes de sonhar com qualquer Charger, certamente vem esse Coronet. Trata-se de um modelo específico, que foi o Muscle Car da Dodge com preço mais popular, o famoso, Super Bee.  Produzido de 1968 a 1970, o Super Bee foi baseado no Dodge Coronet, um coupé hard top. Em 71 o modelo base passou a ser o Charger.

Apesar da sua raiz pé-de-boi, o carro vinha com detalhes muito interessantes de performance, começando pela lista de motores V8 disponiveis:

  • 1968–1970: 383 in³ (6.3 L)  335 hp;
  • 1968–1970: 426 in³ (7.0 L) 425 hp;
  • 1969–1970: 440 in³ (7.2 L) 390 hp.

Sobre o Hemi, não é preciso falar nada, todos sabemos da sua capacidade. O 383 disponível para o Super Bee não era basicamente o mesmo que saiu em outros Dodges. Com os cabeçotes, coletor de admissão, comando e coletor de exaustão herdados do 440 Super Commando, foi o 383 mais rápido de todos, com 335 hp. O motor mediano vinha com um detalhe que tornava o seu desempenho muito próximo ao Hemi, com um custo menor. Conhecido pela Dodge como 440 Six Pack e pela Plymouth, 440+6. Contando com três carburadores Holley bijets, o meio era utilizado para dirigibilidade mais urbana. Quando totalmente acionado, os dois ponta abrem, e junto geram 1375 cfm. Nessa configuração o motor atingia 390 hp@4.700, sendo uma excelente opção para quem queria um desempenho do Hemi a um custo acessível.

O Super Bee saia com amortecedores e componentes da suspensão mais rígidos, freios maiores, capô especial, câmbio A-833 manual de quatro marchas e pneus de alto desempenho. Uma combinação que se reflete no seu logo, uma abelha bem nervosa pintada no para lama traseiro.

(fonte: Wikipedia, AllPar e Hemmings Blog)

Com todos esses detalhes exclusivos e muito interessantes, torna esse carro um Mopar dos sonhos.

Seguimos conversando.

André Monc

Dart 78.1/2 parte 5: Pitman, auxiliar e excêntricos

Finalmente um pouco mais de Moog

Depois de um pequeno período de ansiedade, a  minha encomenda chegou milagrosamente hoje, terça feira, na agência dos Correios próxima de casa. Os quatro últimos movimentos que apareceram no site aconteceram em menos de 12hr. Foi a encomenda mais demorada que fiz até agora. O pedido foi feito na RockAuto no dia 03 de novembro e a recebi dia 22 do mesmo mês. Foram 19 dias de espera e mesmo assim acho que foi um prazo bom para a peça chegar. Site super-recomendado, várias e várias peças a um bom preço. O problema é que só enviam via Express Mail, um pouco mais caro que o Priority, mesmo assim é mais barato que as courier.

 

 Chega de papo, vamos ver as peças:

Kit de parafusos de cáster e câmber – PN: K8243A (Precisa de dois)

 

Braço pitman (pitman arm) – PN: K7074

 

Braço auxiliar (Idler arm) – PN: K7042

 

Uma sugestão para quem quer comprar o kit de parafuso de cáster e câmber: existem outras marcas de qualidade a um preço muito mais interessante. Acabei escolhendo esse da Moog porque no site da RockAuto, quando você escolhe peças de marcas diferentes, elas são enviadas de locais diferentes e isso aumento demais o frete. Acabou ficando mais barato os da Moog mesmo.

Bom Moparzeiros, é isso. Em breve vou fazer meu, provavelmente, ultimo pedido neste ano, e quem sabe já iniciar o trabalho no Dart.

Seguimos conversando.

Monc

Caixa de ferramentas – paquímetro digital Vonder

Paquímetro Digital

No inicio deste ano minha caixa de ferramentas foi roubada de dentro do meu carro. Certamente tinha mais de R$ 1.000,00 em ferramentas manuais e pequenas máquinas, como uma aparafusadeira elétrica. Tive que começar minha coleção do zero, mas agora estou comprando tudo de primeira linha. O objetivo do espaço CAIXA DE FERRAMENTAS é mostrar as ferramentas mais importantes para os partidários do do-it-yourself. Sinta-se a vontade para compartilhar o que você tem na sua coleção.

Para abrir o espaço com chave de ouro, adquiri recentemente um paquímetro digital de alta precisão da marca Vonder, que parece ser de boa qualidade. Optei por um digital pela facilidade na leitura, tanto em milímetros quanto em polegadas. Além disso pode servir de referência para outras ferramentas de precisão. Teoricamente funciona como uma régua comum, exceto pela alta precisão na medida. Serve para medir distâncias lineares entre dois pontos, como por exemplo o diâmetro de um mancal do virabrequim. Também serve para medir largura de anéis de segmento, a altura do deck do motor, diâmetro de cilindro e pistão, entre outras importantes medidas mecânicas.

Exitem também excelentes paquímetros manuais, com a mesma precisão. A leitura não é complicada de fazer e requer prática.

Altamente recomendável! Acrescente um a sua caixa de ferramentas, principalmente se for um gearhead seguidor do DIY!

Seguimos conversando.

André Monc